sábado, 11 de julho de 2015

Rocs


Os pássaros Roc, também conhecidos com Roca, é uma lendária ave de rapina gigantesca da Mitologia Persa.
Os rocs são pássaros gigantes que vivem em áreas quentes e montanhosas.
Fisicamente eles são como águia gigante com plumagem marrom e dourada. Alguns rocs também pode ser inteiramente vermelho ou preto, mas, independentemente da cor, ninguém está feliz em vê-los porque eles são considerados portadores de maus presságios.


Eles têm uma enorme força para levantar suas presas, até mesmo o tamanho de um elefante, para o céu.
Eles têm um apetite voraz, então você precisa para caçar com freqüência. Para isso, o roc sobe cerca de 100 metros da superfície da Terra, de modo manchar qualquer presa potencial e, uma vez encontrado, desce rapidamente e atinge as suas garras na inconsciência. Em seguida, sobe para seu ninho para devorar discretamente. Se você não pode bater seu inconsciente novamente, mas desta vez com seu bico.
Seus ninhos são encontrados nas montanhas mais altas e são construídos com árvores e galhos. Estes ninhos são geralmente muito bem protegido por rocs, que não hesitará em atacar ferozmente ameaçada se eles vêem o ninho.


Simbad o marinheiro tem um encontro com esses pássaros, no qual ele fica preso no ninho dessa ave gigantesca.



sexta-feira, 10 de julho de 2015

Basilisco



Conhecido como o rei das serpentes, uma vez que todas as outras ao ouvirem seu silvo, fugiam deixando para trás até um possível banquete de alguma presa, o Basilisco  era uma criatura que, supunha-se, nascia de um ovo e assemelhava-se à cabeça da Medusa, a tal ponto que, de tão horrível que era a visão dessa criatura, todo aquele que ousasse tal feito, tinha morte imediata.
 O poder de morte da Basilisco, segundo a lenda, era tão forte que se um cavaleiro o matasse com uma lança, seu veneno seguiria pela arma, matando não só o cavaleiro, mas também, seu cavalo. Como em toda a lenda sobre monstros, surge na do Basilisco a figura de um santo. Conta-se que um homem santo, ao parar no deserto para beber água, viu um Basilisco e, rogando aos céus uma prece piedosa, fez com que o monstro caísse morto aos seus pés.
 Os poderes superiores do Basilisco são confirmados, apesar de algumas ressalvas, por diversos sábios como Galeno, Aviceno e Scaliger. Assim como a Medusa, os olhos da Basilisco matavam quem os fitava, mas os caçadores que se dispunham a matá-lo usavam espelhos para que, vendo sua própria imagem refletida, o Basilisco se matasse com seu próprio poder.
 O único animal que podia enfrentar o Basilisco e vencê-lo era a doninha que lutava ferozmente contra o monstro, e quando este a feria retirava-se para ingerir arruda, que era a única erva a qual o Basilisco não podia destruir. Depois disso, a doninha regressava à batalha com mais fúria e se parava quando destruía o monstro. Outra coisa que assustava o Basilisco era o canto do galo. Talvez pela forma como a lenda relata o nascimento do monstro, este poderia morrer apenas ao ouvir o galo cantar.
 Depois de morto, a carcaça do Basilisco era colocada no templo de Apolo e de Diana. Também era colocada nas casas, por causa de seu efeito contra aranhas.


Em algumas descrições, o basilisco é uma serpente fantástica. Plínio, o Velho, o descreve como uma serpente com uma coroa dourada e, no macho, uma pluma vermelha ou negra. Durante a Idade Média era representado como tendo uma cabeça de galo ou, mais raramente, de homem. Para a heráldica, o basilisco é visto como um animal semelhante a um dragão com cabeça de galo; em outras descrições, porém, a criatura é descrita como um lagartogigante (as vezes com muitas patas), mas a sua forma mais aceita é como uma grande cobra (em Harry Potter ele e descrito com um cobra) com uma coroa. O basilisco é capaz de matar com um simples olhar (em Harry Potter se ver o reflexo dos olhos do basilisco era petrificado). Os únicos jeitos de matá-lo são fazendo-o ver seu próprio reflexo em um espelho, considerando-se que alguém chegue perto o bastante.